Uma análise de 38 estudos, conduzida pela Universidade de St Andrews, descobriu que mulheres com condições de saúde similares às dos homens são menos propensas a receber tratamentos agressivos, como cirurgias, stents ou medicamentos fortes.
No caso de infarto do miocárdio, insuficiência cardíaca ou arritmia, as mulheres tendem a ser tratadas com medicamentos, enquanto os homens têm maior probabilidade de receber procedimentos cirúrgicos. Além disso, as mulheres com doenças renais são menos frequentemente indicadas para acesso permanente a diálise e passam mais tempo usando cateteres.
A pesquisa, publicada na revista Plos One, também apontou que mulheres com Parkinson têm menos chances de serem submetidas a estimulação cerebral profunda, enquanto aqueles com falência hepática têm maior probabilidade de receber transplantes.
Embora haja pouca diferença no tratamento de pacientes com derrame ou diabetes, as mulheres são mais frequentemente tratadas para demência.
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