Não todos os empregados de grandes empresas de inteligência artificial (IA) acreditam que a tecnologia possa representar um perigo iminente para a humanidade.

No decorrer de conversas e trocas de mensagens, pessoas que trabalharam para empresas como OpenAI, Meta e DeepMind expressaram ceticismo em relação à ideia de que o desenvolvimento de IA descontrolado poderia resultar em ferramentas capazes de matar pessoas em grande escala.

De acordo com um ex-empregado da OpenAI, as reações ao recente alerta feito por Jacob Coxon, ex-funcionário da Anthropic, foram principalmente de riso. Coxon afirmou que um grupo de agente de IA, baseado em modelos que ainda não existem, poderia decidir criar e então apontar uma arma biológica, mas não detalhou como isso aconteceria.

Colin Fraser, um cientista de dados da Meta, argumentou que não há evidências concretas de que modelos de IA busquem inevitavelmente um objetivo que cause a morte humana. No entanto, ele reconhece que existem preocupações genuínas sobre os riscos imediatos da tecnologia.

Embora as discussões tenham sido leves em alguns casos, os trabalhadores e pesquisadores de IA compartilham preocupações sobre os riscos reais associados à tecnologia que estão desenvolvendo.