Napster, a empresa que ficou famosa no início da era da internet por permitir o compartilhamento de músicas, está retornando ao mercado com uma nova função: a digitalização de professores e aprimoramento do aprendizado adaptativo.
A companhia, que teve sua origem como um serviço de compartilhamento de arquivos de música em 1999, agora está se posicionando no setor educacional. Em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, Napster firmou uma parceria estratégica com a Gems Education para desenvolver inteligência artificial e personagens digitais para a educação.
Samuel Huber, ex-fundador e CEO da Landvault, agora lidera a divisão de Napster no Oriente Médio e África. Ele explica que a ideia é usar a tecnologia de inteligência artificial para desafiar o poder das grandes empresas de IA, oferecendo alternativas aos usuários.
O projeto inclui a criação de 'digital twins' de professores, que podem fornecer suporte contínuo aos alunos fora da sala de aula. Estes personagens digitais são treinados com material, cursos e trabalhos dos professores, permitindo que os estudantes aprendam a seu próprio ritmo e recebam feedback personalizado.
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