NAPIER/DUNEDIN, Nova Zelândia — Em 2016, um escândalo abalou o regulador de pesca da Nova Zelândia. Documentos vazados mostraram que o Ministério da Indústria Primária (MPI) encontrou irregularidades significativas durante operações investigativas, incluindo o descarte sistemático de peixes de baixo valor e a não reportagem de capturas de delfins de Hectors, mas optou por não processar ou informar ao público.

Monitoramento por câmeras

Desde então, o MPI implementou câmeras a bordo em grande parte da frota costeira do país, que opera perto da costa. O objetivo é monitorar descartes, interações com espécies protegidas e o uso de dispositivos de mitigação. Essa iniciativa coloca a Nova Zelândia à vanguarda internacional no uso de câmeras a bordo.

Dissentimento sobre monitoramento eletrônico

A adoção de monitoramento eletrônico tem seus contrapontos, incluindo até mesmo o político responsável pela gestão da pesca na Nova Zelândia, Shane Jones. Ele assumiu seu cargo após as implementações já estarem em andamento, representando um partido conservador.