A San Francisco nonprofit Reflective lançou um plano detalhado sobre a pesquisa e infraestrutura necessária para decidir sobre o uso da engenharia geoesférica solar, conhecida como injecção de aerosóis estratosféricos (SAI).
Desde a década de 1970, cientistas têm explorado a possibilidade de contrabalançar o aquecimento global liberando partículas refletivas na estratosfera, imitando os efeitos de erupções vulcânicas. No entanto, ainda há lacunas significativas na compreensão científica sobre a eficácia dessa tecnologia e seus possíveis efeitos colaterais.
Objetivo e escopo
O objetivo do Reflective é fornecer dados e ferramentas para decisões informadas sobre a reflexão da luz solar, de forma rápida o suficiente para ser relevante. O plano estima que, se realizado de forma coordenada, levará cerca de 10 anos e custará US$ 370 milhões, enquanto sem coordenação, levaria cerca de 20 anos e custaria US$ 1,4 bilhão.
A organização defende a realização de experimentos ao ar livre, mas isso é controverso, já que muitos acadêmicos assinaram uma carta pedindo proibição de tal experimentação.
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