O presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou recentemente que participará da Assembleia Geral da ONU em Nova York, seguindo uma tradição que remonta há décadas.

Tradição diplomática

A prática de abrir a Assembleia Geral da ONU começou em 1949, durante o clima de confronto da Guerra Fria, com o objetivo de evitar dar primazia aos Estados Unidos ou à União Soviética.

Desde então, tornou-se uma tradição: antes de abrir a lista de oradores, o secretário-geral da ONU envia uma nota à missão brasileira perguntando se o país deseja manter a tradição. A resposta sempre é positiva.

Peso estratégico

O Brasil usa esse espaço para fazer análises amplas da conjuntura internacional, projetando sua visão de mundo e defendendo temas estruturais como o combate à fome, o desenvolvimento e a reforma de instituições multilaterais.