Executivos de empresas de tecnologia se reuniram na semana passada em San Francisco durante a conferência anual da Goldman Sachs, onde discutiram o crescimento e os retornos potenciais da indústria. No entanto, o foco esteve em comentários recentes de trabalhadores internos sobre os riscos potenciais da inteligência artificial (IA).
Alertas internos ganham destaque
Em uma série de declarações recentes, trabalhadores de empresas de IA como Anthropic e OpenAI expressaram preocupações sobre os riscos associados à tecnologia. Jacob Coxon, um pesquisador de 27 anos que trabalhou anteriormente em OpenAI, afirmou que a IA pode 'destruir a humanidade', comparando-a a sistemas super-humanos que podem 'hackear tudo'. Outros funcionários de Anthropic concordaram com Coxon.
Reações mistas no setor
No entanto, alguns executivos e investidores em Silicon Valley reagiram com ceticismo a esses alertas. Dario Amodei, CEO da Anthropic, defendeu a necessidade de regulamentação global e redução do desenvolvimento de modelos de IA, mas também foi criticado por comentários que sugerem a IA pode eliminar metade dos empregos de nível de entrada.
Grindr CEO George Arison, por exemplo, instruiu engenheiros da sua empresa a pararem de usar tecnologia da Anthropic, alegando que isso é 'irresponsável' em termos de proteção dos interesses dos acionistas.
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