Layla, uma professora de matemática e mãe de três filhos, teve que deixar Damasco após ser ameaçada por um grupo extremista. Até recentemente, ela vivia na capital síria.

Layla, que prefere manter seu nome em sigilo para segurança, é alaumita, a mesma seita que o ex-ditador sírio Bashar Assad. Ela e sua família são alaumitas, mas nunca apoiaram Assad, cujo pai matou membros de sua família.

No início, Layla decidiu permanecer no país, mas depois de receber uma ameaça de um estranho sobre a música e dança de sua filha, a família optou por deixar o país e se mudou para Líbano.

Entenda o 'house of sisters'

A história do 'house of sisters' ganhou destaque em maio de 2026, quando uma estudante alaumita de 21 anos, Batoul Alloush, desapareceu e posteriormente apareceu usando roupas religiosas, dizendo ter deixado sua família para converter-se ao Islã.

Psicólogos e organizações internacionais relatam vários casos de mulheres desaparecidas da minoria alaumita, alguns dos quais podem ter sido raptados por motivos financeiros, vingança ou casamento forçado.