Trump defende guerra contra Irã e aumenta pressão econômica
Nesta semana, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, defendeu a guerra contra o Irã e afirmou que não teria feito diferente. Em entrevistas, Trump afirmou que, se tivesse a chance novamente, atacaria o país persa, mesmo que isso prejudicasse as eleições de meio mandato.
Em conversa com Laura Ingraham, apresentadora da Fox News, Trump disse que, se não houvesse atacado o Irã, estaria 'cruzeiro' para vencer as eleições de meio mandato. Ele também afirmou que, se o Irã tivesse armas nucleares, poderia 'apagar' Israel e o Oriente Médio e começar a atacar cidades americanas.
Ainda em entrevista, Trump negou relatos de danos a ativos americanos no Iraque, após alegações de que o Irã teria danificado múltiplos caças americanos em uma base no Jordânia.
Em paralelo, Washington intensificou a pressão econômica sobre o Irã. O secretário do Tesouro, Scott Bessent, anunciou novas sanções contra um grande banco no próximo Monday, em homenagem às vítimas do 9/11.
Em outra entrevista, Trump afirmou que a guerra contra o Irã terminará após as eleições de meio mandato e que os preços do petróleo e gás também devem cair.
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