No início dos anos 1980, soldados ucranianos, parte do exército soviético, enfrentavam guerras em territórios distantes, como o Afeganistão. Naquela época, as opções médicas eram limitadas, especialmente para aqueles que perderam membros.

Desenvolvimento atual

Hoje, a Ucrânia lida com uma nova realidade de conflitos que exigem soluções inovadoras. A criação de um ecossistema de clínicas, startups e laboratórios de pesquisa tem sido fundamental para atender às necessidades dos feridos.

A Protez Hub, liderada por Antonina Kumka, é uma das iniciativas que buscam melhorar a vida dos amputados. No entanto, estatísticas sobre o número de amputações são incertas, com estimativas variando entre 100.000 e 24.100, dependendo da fonte.

Em comparação, durante a Segunda Guerra Mundial, cerca de 12.000 soldados britânicos perderam membros, enquanto nos Estados Unidos, cerca de 1.705 soldados tiveram amputações após combates em Iraq e Afeganistão.