A vegetação aquática submersa (SAV), indicador importante da saúde do ecossistema da Baía de Chesapeake, aumentou em 7% em 2025, conforme relatado por pesquisadores da VIMS e da Escola de Ciências Costeiras e Marinha da William & Mary.
O levantamento anual da Baía toda registrou um total de 89.385 acres (140 milhas quadradas) de plantas aquáticas submersas na Baía de Chesapeake e seus afluentes estuarinos, um aumento de 6.134 acres (9.6 milhas quadradas) em comparação com 2024. Os resultados representam o maior registro de área total desde 2018 e correspondem a cerca de 45% do objetivo a longo prazo de 196.600 acres (307 milhas quadradas).
Os avanços ocorreram principalmente em águas mais salgadas, com o Zona Polihalina, que inclui as águas mais salgadas próximas ao estuário, aumentando de 25.266 acres (39 milhas quadradas) em 2024 para 28.142 acres (44 milhas quadradas) em 2025, estabelecendo um novo recorde para o segundo ano consecutivo.
Os pesquisadores atribuem essa expansão, especialmente do eucalipto-grama, a melhorias sustentadas na clareza das águas na parte inferior da baía. A melhoria consistente na qualidade da água ao longo da baía principal tem sido observada nos últimos anos.
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