25 anos após os ataques de 9/11: Al-Qaeda ainda atuante, mas com ramificações regionais. Em 10 de setembro de 2026, o governo dos Estados Unidos removeu Abdullah al-Muhaysini da lista de pessoas e organizações bloqueadas, indicando uma mudança na política de combate ao terrorismo.

A remoção de al-Muhaysini está ligada à nova abordagem americana em relação à Síria, onde também foram retirados o Frente Nusra e a Hayat Tahrir al-Sham da lista.

Os observadores concordam que, embora o núcleo da organização tenha se enfraquecido, suas ramificações regionais permanecem fortes em partes da África e Ásia.

No Sahel, o JNIM se tornou uma força poderosa, competindo com o Estado Islâmico no território, recursos e recrutamento. Em Somália, a al-Shabab, ligada a Al-Qaeda, mantém sua influência, enquanto no Afeganistão, a organização ainda encontra refúgio.

Segundo especialistas, a presença dessas ramificações se deve não apenas à ideologia jihadista, mas também à economia da violência, onde atividades ilícitas como sequestros e tráfico de armas geram receitas.