Nas últimas décadas, a atenção das forças armadas e empresas passou a se voltar para o fundo do mar, onde a próxima corrida armamentista está se desenrolando.

Ameaças crescentes

A crescente preocupação com a guerra híbrida, que pode incluir ataques cibernéticos, sabotagem de energia, desinformação e pressão econômica, está levando governos a se concentrarem em proteger infraestruturas subaquáticas.

No último ano, explosões danificaram tubulações de gás Nord Stream no Mar Báltico, focando a atenção sobre a vulnerabilidade dessas estruturas.

Tecnologias emergentes

Empresas como a Fincantieri estão se preparando para essa nova realidade, investindo em drones submarinos, veículos autônomos e comunicações subaquáticas.

Segundo Katja Bego, pesquisadora sênior do Chatham House, 'nossas economias modernas dependem intensamente dessas infraestruturas subaquáticas.'