O avanço da inteligência artificial (IA) levou a uma antiga questão filosófica a ser discutida no cenário tecnológico: afinal, modelos como o ChatGPT e o Claude são apenas ferramentas sofisticadas ou podem ter algum tipo de consciência?
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Os grandes modelos de linguagem são desenvolvidos para responder aos usuários, e não para demonstrar uma personalidade própria. No entanto, muitas pessoas relatam a sensação de estar interagindo com uma ‘presença’ do outro lado da tela.
A Anthropic, por exemplo, criou iniciativas voltadas ao possível bem-estar da IA. Questionado sobre o próprio estado, seu modelo Claude Opus 4.6 estimou entre 15% e 20% a possibilidade de ser consciente.
Consciência não seria uma ilusão
O texto diferencia ‘ilusão’ de ‘modelo’. Uma ilusão é uma percepção que pode ser demonstrada como errada. A consciência, por outro lado, poderia ser real, mas sua identificação dependeria da relação e da perspectiva de quem observa.
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