O Atlético de Madrid proibiu que o atacante Julián Álvarez cumprimente a torcida após o empate com o Villarreal no Metropolitano, neste domingo. A medida foi tomada pelo clube, não por iniciativa do jogador, e ocorreu durante o jogo que terminou em 2 a 2.

Contexto de vaias e distanciamento

Álvarez foi alvo de vaias desde o início do aquecimento até o fim do jogo. Durante o segundo tempo, entrou aos 20 minutos e foi constantemente hostilizado. O atacante teve pouca participação no jogo e não se aproximou dos companheiros para agradecer ao público.

Desenvolvimento da negociação com rivais

Em março, o jogador declarou interesse em sair do Atlético. Gil Marín, CEO do clube, exigiu que Álvarez manifestasse publicamente seu desejo de transferência, o que foi feito durante a Copa do Mundo, com referência ao sonho de jogar no Barcelona.

Apesar da negociação com o Real Madrid ter esfriado, o interesse do Barcelona aumentou. O clube ainda não concluiu negociações, e o atacante reforçou seu desejo de transferência para o rival. O empresário Fernando Hidalgo criticou a postura do CEO do Atlético em redes sociais.