Austrália implementa lei proibindo headscarves em escolas para meninas menores de 14 anos, após o retorno às aulas nesta semana.
Lei proíbe headscarves tradicionais
A lei proíbe headscarves 'tradicionais muçulmanas', como hijabs ou burkas, em escolas públicas e privadas.
Criticas e reações
A ministra de Integração Claudia Bauer, do Partido Popular (ÖVP), afirma que o headscarf é 'um sinal de opressão e um meio de controlar meninas desde cedo'. No entanto, críticos dizem que a lei pode alimentar sentimentos antimusulmanos e ser inconstitucional.
A organização oficial da Comunidade Islâmica da Austrália (IGGÖ) se opõe à proibição e afirma que ela injustamente limita o direito à liberdade religiosa e afeta desproporcionalmente meninas muçulmanas.
A IGGÖ planeja apoiar desafios legais por meninas e suas famílias que acreditam que seus direitos fundamentais estão sendo violados.
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