A coordenadora do núcleo econômico da campanha de Flávio Bolsonaro, Daniella Marques, afirmou nesta segunda-feira (19) que o programa Bolsa Família terá uma carência de dois anos se ele for eleito, período após o qual os beneficiários seriam desligados.

Em entrevista à CBN Bahia, Marques explicou que a intenção é permitir que os beneficiários possam abrir seu próprio negócio ou aceitar emprego de carteira assinada, além de oferecer um retorno automático caso o plano não funcione. “As pessoas não podem ficar presas para sempre no Bolsa Família. Isso é uma proteção, mas é o início de uma jornada. Todo mundo merece sonhar com algo com mais oportunidade e dignidade”, destacou.

Contextualização

Flávio Bolsonaro concorre com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva nas eleições de 2026. O segundo turno está marcado para 25 de outubro.