Em regiões do Vale de Muga, na Espanha, e no Langkloof, na África do Sul, comunidades estão implementando ações de restauração ambiental para reduzir a vulnerabilidade a incêndios florestais.

Desafio da gestão florestal

O histórico de gestão inadequada das áreas naturais deixou ambas as regiões com ecossistemas degradados, mais expostos a fogos. A vegetação invasora, em particular, queima com maior intensidade do que os ecossistemas nativos, transformando áreas adaptadas ao fogo em terras suscetíveis à destruição.

Restauração como ferramenta de mitigação

A restauração ambiental não elimina o fogo, mas altera seu comportamento. Quando os ecossistemas são recuperados, a capacidade de suportar incêndios aumenta, reduzindo o risco de catástrofes que afetam comunidades e economias.