Um ano após a morte do ativista conservador e cofundador do Turning Point, Charlie Kirk, as teorias da conspiração sobre seu assassinato persistem e ganham força nas redes sociais.

Conspirações e influenciadores

A influenciadora Candace Owens usou sua grande base de seguidores para promover teorias infundadas sobre o incidente. Ela afirmou que alguém próximo a Kirk ou operando em nome de Israel foi responsável pelo assassinato, e que Tyler Robinson, acusado do crime, era apenas um pária.

Outras teorias incluíram a ideia de que o disparo veio de um microfone explosivo, e que o evento foi um falso ataque para desviar atenção de supostas conexões do presidente Donald Trump com Jeffrey Epstein.

Impacto das redes sociais

A disseminação dessas teorias é alimentada pelas plataformas de mídia social, que incentivam seus usuários a compartilhar conteúdo. Isso resulta em uma crescente quantidade de especulações sobre a morte de Kirk, muitas delas sem fundamento.