Atlântico registra primeira temporada sem hurricanês em mais de um século — O Atlântico não teve hurricanês durante agosto e setembro, o que não acontecia desde 1914. Este fenômeno pode estar relacionado ao intensificado fenômeno El Niño, de acordo com pesquisadores [1].

Esta ausência de hurricanês no Atlântico tem implicações significativas. O Atlântico é conhecido por ser uma região de alta atividade hurricana, e a falta de hurricanês neste ano pode alterar padrões climáticos globais. O fenômeno El Niño, que está agravado neste ano, pode estar contribuindo para essa condição, mas ainda há muitas incertezas sobre as causas exatas [1].

Em termos de impactos futuros, a ausência de hurricanês no Atlântico pode levar a mudanças nas rotas de transporte marítimo e nas estratégias de segurança devido à diminuição dos riscos associados a esses eventos extremos. Além disso, a alteração desses padrões climáticos pode afetar a distribuição de calor e umidade, potencialmente alterando os fluxos de correntes oceânicas e influenciando o clima em regiões próximas e distantes [11].

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