Os cientistas descobriram que salamandras tóxicas europeias, conhecidas por sua coloração negra e amarela, possuem uma luz secreta que brilha sob luz ultravioleta. Esta descoberta, realizada pelo Max Planck Institute for Chemical Ecology, revela um fenômeno ainda desconhecido desses animais.
A fluorescência é principalmente encontrada nas glândulas da pele das salamandras e nos compostos tóxicos que elas secretam. Os cientistas observaram que essas secreções podem continuar brilhando por mais de 24 horas após serem liberadas.
Segundo Bernat Burriel, um dos principais autores do estudo, 'é fascinante descobrir fenômenos desconhecidos em espécies tão estudadas. Isso nos lembra que mesmo os organismos mais familiares podem esconder segredos que só são revelados com novas ferramentas de observação'. A fluorescência ocorre quando compostos na pele das salamandras absorvem luz ultravioleta e a reemitem como luz visível.
A descoberta sugere que a fluorescência pode ter funções comunicativas, ajudando as salamandras a se reconhecerem ou a alertarem potenciais parceiros. No entanto, a função exata desta característica ainda está sendo investigada.
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