Um estudo longitudinal conduzido por pesquisadores das universidades de Georgetown, da Universidade da Califórnia em Berkeley e da Universidade da Califórnia em Los Angeles (USC) não encontrou evidências significativas de que as mudanças no uso de tecnologias sociais predizam a satisfação pessoal dos adultos.

A pesquisa, publicada na revista Nature Human Behaviour, analisou o comportamento digital e a satisfação pessoal de 1,966 adultos americanos ao longo de cinco rodadas de pesquisa realizadas a cada três meses.

Os pesquisadores questionaram sobre o uso de 10 tecnologias digitais, incluindo FaceTime, WhatsApp, Facebook e YouTube, além de medir a satisfação pessoal usando uma escala estabelecida.

Kostadin Kushlev, co-autor do estudo, explicou que diferentes plataformas podem afetar os usuários de maneiras diferentes, o que complica a análise.

‘‘Ao invés de considerar as redes sociais como uma única tecnologia, devemos olhar cada plataforma individualmente e entender como ela afeta os usuários de forma diferente,’’ afirmou Kushlev.