O governo dos Estados Unidos anunciou nesta quinta-feira novas sanções econômicas contra Cuba, em um novo passo na campanha para enfraquecer o país.

A decisão foi tomada pelo Departamento de Estado americano, que incluiu várias empresas cubanas e o neto do ex-líder Raúl Castro, Fidel Ernesto Castro, na lista de sanções.

Em resposta, Cuba anunciou reformas econômicas, incluindo a liberação de novas medidas de livre mercado e a abertura de novas oportunidades para empresas privadas.

Cuba reage com reformas

Em junho, Cuba passou por suas maiores reformas econômicas em décadas, com 176 novas medidas. As novas regras permitem que empresas privadas estabeleçam agências de turismo e viagens independentes do governo cubano.

Outras mudanças facilitam a abertura de contas bancárias internacionais para investidores domésticos.

Pressão dos EUA continua

No entanto, essas medidas não parecem ter satisfeito o governo americano, que desde janeiro intensificou sua pressão sobre Cuba.

A administração Trump ameaçou Cuba com intervenção militar e manteve seu programa de sanções em vigor, além de um bloqueio energético.