Três pesquisadores da Rede Escola Pública e Universidade (Repu) apresentaram evidências de fraudes sistêmicas no Provão Paulista, exame aplicado pela Secretaria de Educação do Estado de São Paulo (Seduc-SP) a estudantes do ensino médio.
O estudo, publicado pela Folha de S.Paulo, identificou resultados atípicos nos exames, além de denunciar a falta de controle na aplicação do exame e as políticas da Seduc-SP que facilitaram essas condutas.
Impacto na avaliação e seleção
O Provão serve para avaliar escolas, bonificar ou punir educadores e selecionar estudantes para universidades como USP, Unicamp, Unesp, Univesp e Fatecs. Na última edição, denúncias de cola e circulação de fotos de provas em redes sociais foram registradas.
A Seduc-SP classificou esses incidentes como 'ocorrências pontuais de indisciplina', mas o estudo da Repu sugere que as irregularidades afetaram classes e escolas inteiras.
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