No decorrer dos últimos anos, sites de deepfake pornográficos abusivos publicaram milhares de vídeos não consensuais mostrando mulheres, incluindo celebridades, políticos e figuras públicas, em situações sexuais.

Operação de grande escala

Nesta semana, o Ministério Público do Condado de Manhattan anunciou a sequestro de 12 domínios que supostamente foram usados para compartilhar, publicar e vender vídeos de deepfake de celebridades de forma ilegal. Cerca de 1,2 mil pessoas, principalmente mulheres, foram retratadas em imagens e vídeos não consensuais, incluindo influenciadores digitais, atores, ativistas, atletas, músicos e políticos.

O distrital Alvin Bragg alertou para os danos emocionais e mentais causados por essas violações de privacidade, incentivando vítimas potenciais a contatar a divisão de crimes cibernéticos do seu escritório. As investigações sobre os responsáveis pelas páginas e aqueles que subiram vídeos prejudiciais continuam em andamento.