A Justiça de Mato Grosso do Sul condenou a cantora Doroth Helena de Sousa Alves, conhecida como MC Pipokinha, e quatro outras pessoas por danos morais coletivos no valor de R$ 162,1 mil. A decisão se refere à apresentação realizada em Corumbá (MS), em evento chamado "Esquenta do Magrão", onde a artista fez uma apresentação com conteúdo sexual explícito assistida por adolescentes, incluindo jovens de cerca de 14 anos.

Carreira e estilo artístico

MC Pipokinha, de 28 anos, cresceu em Tubarão (SC) e atualmente mora em São Paulo. Ela se destacou no funk de rua, conhecido como "mandelão", com letras ousadas e apresentações que incluem interação física com o público. Entre suas músicas mais conhecidas estão "Bota na Pipokinha", "Eu sou a MC Pipokinha" e "Tira as Crianças da Sala".

Controvérsias e incidentes

O perfil de Pipokinha foi suspensão no Instagram em setembro de 2022 por violar diretrizes sobre conteúdo sexual. Ela ingressou na Justiça de São Paulo para recuperar a conta e pediu multa de R$ 90 mil ao Facebook, mas o pedido foi negado. A conta @pihrainha, que substituiu a banida, tem 621 mil seguidores, mas também está inativa. Em janeiro, um dançarino da artista, Jonas Kaik, deu um chute acidental a uma fã durante um show, o que gerou repercussão nas redes sociais.