A Procuradoria-Geral Eleitoral (PGE) avaliou que a empresa Meta, responsável por plataformas como Facebook, WhatsApp e Instagram, deixou de seguir as determinações do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sobre o tratamento isonômico de conteúdos das campanhas presidenciais no segundo turno.

Indícios de nova violação

A PGE afirma que a Meta não adotou processamento isonômico das denúncias, relatório dos canais, informe individualizado dos anúncios reavaliados e suspensos, informe das providências concretamente adotadas e reapresentação do relatório sigiloso em português.

A campanha de Lula apresentou novos elementos que indicam um novo descumprimento da isonomia já determinada.

No dia 15 de outubro, a Justiça Eleitoral determinou que a Meta não interfira na distribuição de conteúdo político-eleitoral de Lula e Bolsonaro.