A campanha do presidente Lula (PT) acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra a Meta, empresa responsável pelo WhatsApp, Instagram e Facebook, e ampliou a divulgação de posts de apoiadores de Flávio Bolsonaro (PL). Na quinta-feira (15), o ministro Marco Aurélio Bellizze decidiu que a Meta não pode interferir na distribuição de conteúdo político-eleitoral, sob multa de R$ 500 mil por dia.

Desafios na fiscalização de conteúdo

Neste episódio, o jurista especializado em direito eleitoral Fernando Neisser analisa as decisões do TSE e aponta o que partidos e plataformas podem e não podem fazer. O coordenador do NetLab, Bruno Mattos, explica as denúncias contra a Meta e analisa a dificuldade das autoridades em acompanhar irregularidades nas redes sociais.