O Ministério da Justiça e Segurança Pública confirmou, nesta quarta-feira (19), que o Centro Nacional de Inteligência Penal (Cnip) iniciará suas operações ainda este mês. A nova estrutura operacional reunirá órgãos de inteligência das polícias penais federal, dos estados e do Distrito Federal, com o objetivo de unificar protocolos de segurança e coibir o planejamento de crimes a partir do interior dos estabelecimentos prisionais brasileiros. Notícias relacionadas: Bancários fazem paralisação nacional de 24 horas nesta quinta-feira .

Oxfam Brasil: concentração de riqueza amplia desigualdade política . Para 81% dos brasileiros, é fundamental que candidato acredite em Deus. Instituído em junho deste ano por meio da Portaria Ministerial 1.234 , o Cnip integra o projeto Padrão Segurança Máxima, que faz parte do programa federal Brasil Contra o Crime Organizado .

Responsável por integrar e coordenar a chamada Rede Nacional de Inteligência Penitenciária (Renipen), o Cnip atuará em regime contínuo para integrar, consolidar e difundir informações de inteligência penal, além de monitorar situações de crise e oferecer suporte técnico para a tomada de decisões pela Secretaria Nacional de Políticas Penais e pelos entes federativos. A estratégia ministerial busca sufocar a comunicação entre integrantes de organizações criminosas. O que, segundo o ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, exige integração entre as forças federais e estaduais e uma ação coordenada para impedir a entrada ilegal de aparelhos de telefone celular nos presídios.