O primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, afirmou nesta quinta-feira que a Espanha não encontrou nenhuma evidência de que Marrocos planejou ou facilitou a invasão em massa da fronteira de Ceuta, no norte africano.
Investigações e reações
A declaração veio após a divulgação de um relatório policial, encomendado por um juiz, que apontou a participação ativa das forças de fronteira marroquinas em ajudar cerca de 70 mil pessoas a atravessar a fronteira em julho.
Sánchez também negou que o governo tivesse recebido avisos sobre a invasão em massa e afirmou que não houve relatos antecipando a escala ou a probabilidade do incidente.
O líder do Partido Popular, Alberto Núñez Feijóo, pediu a renúncia de Sánchez por sua 'incompetência e complicidade' no gerenciamento da crise.
Em resposta à convocação do embaixador marroquino, o líder do partido Vox, Santiago Abascal, declarou que Marrocos não precisa de um embaixador em Espanha.
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