Hélène Duguy, advogada especializada em direito ambiental, destaca que a principal barreira para a diminuição dos riscos associados a substâncias químicas prejudiciais em produtos consumidos é a falta de fiscalização adequada.
A advogada, representante do ClientEarth, explica que, embora existam regulamentações abrangentes e alternativas disponíveis para muitos usos dessas substâncias, a resistência das empresas e a lentidão na regulação continuam permitindo que produtos contemplem níveis ilegais de químicos perigosos.
Segundo Duguy, a poluição por PFAS, um tipo de químico altamente persistente, é generalizada, sendo encontrada em água, solo, alimentos e até mesmo no corpo humano. Apesar dos riscos documentados e das alternativas disponíveis, essas substâncias ainda circulam em grande quantidade.
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