Neste domingo (18), a França registrou os danos causados por uma das ondas de protestos mais violentas nos últimos anos, motivadas principalmente pela inflação e cortes em serviços públicos.
Violência e destruição
Os protestos, que começaram no mês passado, ganharam força nas últimas semanas, unindo movimentos estudantis com a insatisfação geral da população. Centenas de milhares de pessoas participaram pacificamente, mas grupos radicais entraram em confronto com as forças de segurança.
No sábado (17), um ataque cardíaco resultou em uma morte em Paris. Saques e rastros de destruição foram registrados em várias cidades, incluindo Limoges, onde um prédio histórico da prefeitura foi parcialmente destruído por um incêndio criminoso.
Reação governamental
O governo francês reagiu firmemente, com o presidente Emmanuel Macron declarando que não há espaço para violência na República. O primeiro-ministro Sebastien Lecornu culpou a 'extrema esquerda' e criminosos comuns pelos distúrbios.
A escalada da violência aumentou a pressão sobre o governo, que prometeu apoio aos comerciantes prejudicados e garantiu que os vândalos seriam processados e punidos.
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