Ao tomar a decisão de banir produtos fabricados nos assentamentos israelenses no território palestino, o governo britânico colocou as relações entre as duas nações em seu nível mais baixo em décadas.
Israel reagiu com veemência, encerrando o consulado britânico em Jerusalém Oriental e removendo representantes do centro de apoio internacional à Gaza. Essas medidas refletem a profundidade da tensão entre os dois países.
O ministro das Relações Exteriores britânico, Ed Miliband, justificou a decisão ao afirmar que as relações econômicas devem refletir a legalidade da ocupação israelense, conforme determinado pelo Tribunal Internacional de Justiça em 2024.
Miliband foi particularmente direto ao acusar os assentadores de 'terrorismo' e de responsáveis pela 'limpeza étnica' dos palestinianos, enquanto o governo israelense 'olhou para o outro lado'. Essas declarações geraram grande controvérsia.
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