Um médico de plantão, Dr. Mary Gibbs, expressou preocupação sobre o uso de inteligência artificial (IA) em transcrições de consultas médicas, citando exemplos de erros e contradições que podem colocar os pacientes em risco. Segundo Gibbs, muitos dos pacientes que ela atende já foram avaliados por outros profissionais antes de sua consulta, e ela costuma ler uma avaliação de triagem antes de chamá-los. No entanto, quando a IA é usada, as consultas tendem a ser mais longas, com duplicidades e até mesmo contradições.
Erros frequentes
Gibbs afirma que as transcrições feitas pela IA muitas vezes contêm erros significativos, diferindo significativamente do histórico que ela registra. Ela destaca que encontra erros mais frequentemente em consultas realizadas com a ajuda de IA do que em aquelas escritas por colegas médicos.
Desafios na prática
A médica explica que a IA tende a compreender mal e contradizer-se, o que pode levar a erros graves para os pacientes. Ela enfatiza que, ao contrário do que se supõe, o uso de IA não economiza tempo, mas sim aumenta o tempo necessário para corrigir erros e garantir a precisão das informações.
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