Em 2025, o FDA dos Estados Unidos lançou um plano para reduzir os testes com animais em estudos de segurança de medicamentos. Em seguida, o NIH também suspendeu a exigência de modelos animais em muitos de seus projetos. O Reino Unido e a União Europeia seguiram com planos semelhantes.
Estas iniciativas buscam ampliar o uso de alternativas melhores. Uma pequena placa de plástico com células hepáticas humanas pode identificar efeitos tóxicos melhor do que ratos. Células cultivadas em laboratório estão substituindo testes que protegiam coelhos de contaminações. Além disso, modelos de inteligência artificial estão acelerando a identificação de alvos terapêuticos sem o uso de animais.
A campanha Replacing Animal Research liderada pelo Reino Unido afirma que a ciência alcançou um ponto onde a diminuição significativa dos testes com animais pode ser possível.
Comentários (0)
Entre ou cadastre-se para comentar.