Os cientistas chineses liderados pelo professor An Xu, do Instituto de Ciências Físicas de Hefei, descobriram que uma bactéria magnética chamada Magnetospirillum magneticum AMB-1 pode estender a longevidade dos vermes C. elegans.
A pesquisa, publicada na revista Free Radical Biology and Medicine, mostrou que a bactéria magnética não apenas aumentou a longevidade dos vermes, mas também preservou sua função neurológica e integridade intestinal em idades avançadas.
Bactérias magnéticas e envelhecimento saudável
O estudo sugere que as bactérias magnéticas podem oferecer uma abordagem diferente para o envelhecimento saudável, pois apresentam boa biocompatibilidade e já foram exploradas para aplicações como entrega de medicamentos e tratamento do câncer.
Os pesquisadores identificaram que a produção de magnetossomos pela bactéria AMB-1 desempenhou um papel crucial no aumento da longevidade dos vermes. Além disso, a bactéria reduziu o acúmulo de ferro e a peroxidação lipídica nos vermes, suprimindo a ferroptose, um tipo de morte celular relacionado ao envelhecimento.
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