Dame Esther Rantzen, uma famosa apresentadora e ativista britânica, expressou sua frustração com a lei atual sobre assistência ao suicídio em uma nota deixada após sua morte.

A nota, escrita pela dama de 86 anos, que faleceu em 30 de setembro de 2023 devido a uma doença terminal, afirmou que teria preferido ser capaz de pedir assistência para morrer quando sua vida se tornou insuportável.

Rantzen, fundadora do Childline, disse sentir-se 'deprivada de escolha' sobre sua própria morte devido à lei atual.

Contexto

A famosa apresentadora, que era contra a legalização do suicídio assistido, escreveu: 'Se a lei permitisse que eu pedisse assistência para morrer quando minha vida se tornou insuportável, isso teria transformado a maneira como morri'.

Ela também defendeu a legalização, afirmando que 'ninguém quer diminuir a vida, apenas diminuir a morte'.

Memórias

Arthur Stickland, membro do clube de críquete de Bramshaw há 60 anos, lembra Rantzen como uma pessoa simples e acessível.

'Você não perceberia que ela estava lá. Ela se misturava com a multidão', disse ele.