Diogo Defante durante apresentação. Reprodução/@fredinhonml.jpg A música apareceu na vida de Diogo Defante muito antes do humor. Aos 13 anos, o menino de Realengo (RJ) aprendeu a tocar bateria por conta própria.

Orgulhoso de si mesmo e animado com a ideia de "se sentir vivo em cima de um palco", ele formou a banda "Let’s Go" com um grupinho de amigos. Juntos, eles tocaram covers de clássicos do rock em vários aniversários por aí, ainda sem ganhar muito dinheiro, mas com a esperança de, em algum momento, conseguir se destacar na cena hardcore brasileira. A empreitada durou 9 anos.

Não conseguiram. Agora, aos 35 e já carregando nas costas a fama de ser o "Repórter Doidão" das entrevistas virais, Defante chega ao Rock in Rio para fechar o palco Supernova no dia 4 de setembro, por volta das 20h10. O criador de conteúdo com mais de 5 milhões de seguidores (só no Instagram) confessa que só agora pôde, finalmente, se entregar a antiga paixão do jeito que gostaria: rendido pelo prazer, sem a obrigação do sucesso.

"Quando comecei a ter certa repercussão com comédia no YouTube, foi uma queda livre. Eu tinha que fazer aquelas pessoas rirem. A música é a minha válvula de escape, minha terapia.

Eu é que quero me divertir", resumiu em entrevista ao g1. Diogo Defante durante apresentação. Divulgação/@rafaelstrabelli.jpg Em 2023, Defante lançou o EP “Robson” e, no ano seguinte, apresentou o álbum “Tífane”, com oito faixas.

Agora, aproveitando o timing de sua apresentação no RIR, o artista dá continuidade à fase mais recente de sua carreira com “Humanoide”, faixa que aborda a relação entre seres humanos e inteligência artificial e que já ganhou clipe.