O governo federal e instituições como o Ministério Público do Trabalho (MPT) e o Tribunal Superior do Trabalho (TST) anunciaram, nesta quarta-feira (28), que empresas que cometem assédio eleitoral, como pressão ou demissões por opiniões políticas, serão punidas com rigor.
Mãos pesadas
O ministro do Trabalho, Luiz Marinho, informou que o governo está considerando a criação de uma 'lista suja' de empresas que violam a lei, com restrição de créditos públicos como consequência.
Marinho explicou que a restrição será feita pelo Banco Central, que informará a rede financeira do país sobre as empresas envolvidas.
Alerta à sociedade
O procurador regional do trabalho Maurício Coentro Pais de Mello destacou que, nos últimos três dias, chegaram ao MPT pelo menos 1.140 denúncias de assédio eleitoral, totalizando 3.080 desde o início da campanha.
Ele afirmou que cerca de 30% das denúncias ocorreram após o processo eleitoral, o que representa uma preocupação significativa.
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