O ministro de Energia e Minerais do Omã, Salim Al-Aufi, defendeu nesta quinta-feira, durante a Gastech em Bangkok, a diversificação das rotas de exportação de gás liquefeito natural (LNG) do Oriente Médio.

Riscos geopolíticos

A decisão visa minimizar os riscos associados ao Estreito de Ormuz, que já foi alvo de ataques recentes. Al-Aufi sugeriu rotas alternativas, incluindo o norte, através do Omã ou do Yemen.

De acordo com Al-Aufi, tal diversificação exigiria a construção de novas infraestruturas, o que levaria tempo e tornaria essas rotas alvos potenciais de novos ataques.

Produção e demanda

O próprio Omã produz mais de 11 milhões de toneladas de gás liquefeito anualmente. Este ano, o hub de LNG do país operou acima de sua capacidade máxima para compensar a falta de suprimento de seu vizinho Qatar, que é o maior produtor da região.