Nos Estados Unidos, US$ 15,74 trilhões estavam alocados em 5.590 fundos de ETF ao fim de julho de 2026, enquanto no Brasil, 204 ETFs listados na B3 tinham AuM de R$ 126 bilhões em junho. Esses fundos permitem a negociação facilitada e oferecem exposição passiva a diversos mercados, além de formatos mais recentes que exploram temas específicos como inovação e criptomoedas.

Formatos tradicionais vs. inovadores

Os ETFs tradicionais concentram cerca de 79% do patrimônio dos americanos em ações, com destaque para fundos que replicam o S&P 500. Em contraste, novos formatos como o QTUM, da Defiance, que investe em computação quântica, e o TQQQ, que triplica o retorno diário do Nasdaq-100, estão ganhando destaque.

No Brasil, ETFs de renda fixa ultrapassaram os de ações em patrimônio pela primeira vez em junho de 2026, com R$ 60,8 bilhões. Além disso, a CVM autorizou ETFs de criptoativos em 2021, atraindo relevante público e volume.