Pesquisadores identificam falhas na mapeamento de riscos de inundações

No verão de 2021, inundações devastadoras em países europeus, principalmente na Alemanha e na Bélgica, resultaram em mais de 200 mortes. O alto número de vítimas evidencia a urgência de melhorar o mapeamento de riscos e a comunicação sobre eles.

Um estudo conduzido pela Universidade de Potsdam, pelo Centro Helmholtz de Geociências, pela Universidade de Louvain e pela Johns Hopkins University analisou as localidades e circunstâncias específicas das mortes de 224 pessoas. Os resultados mostram que muitas mortes ocorreram fora das áreas de risco oficialmente mapeadas, e que as pessoas mais idosas foram particularmente afetadas.

O trabalho foi publicado na revista Earth's Future.