O Brasil detém a segunda maior reserva de terras raras do mundo, elementos químicos essenciais para a fabricação de carros elétricos, turbinas eólicas e equipamentos militares. Em 2025, a China dominava cerca de 85% do refino mundial desses recursos, enquanto os Estados Unidos buscavam alternativas para reduzir a dependência chinesa.

Investimento americano

A Agência de Energia Atômica dos Estados Unidos firmou um acordo de financiamento de US$ 565 milhões com a Serra Verde, empresa que produz terras raras em Goiás. O valor desses materiais varia conforme o elemento e seu grau de processamento. Em 2025, o quilo do óxido de neodímio processado, usado na fabricação de ímãs de alta potência, custou em média US$ 73.

Desafios e oportunidades

A disputa internacional pelas terras raras pode trazer investimentos, tecnologia e empregos qualificados para o Brasil. No entanto, o desafio é evitar que o país se restrinja apenas à extração e exportação de matéria-prima, incentivando também o desenvolvimento de sua indústria.