Alunos do Amapá são premiados em Olimpíada de Matemática 2024 Isadora Pereira/g1 Ir bem em uma olimpíada de matemática pode representar mais do que uma medalha. Para estudantes que se destacam em competições da área, há programas que oferecem formação complementar, bolsas de iniciação científica, ajuda de custo e outros tipos de apoio. As oportunidades acompanham diferentes etapas da formação.
Na educação básica, por exemplo, medalhistas da Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (OBMEP) podem participar do Programa de Iniciação Científica Jr. (PIC), que oferece uma bolsa de R$ 300 mensais aos estudantes de escolas públicas elegíveis. Já na graduação, medalhistas da OBMEP podem concorrer ao Programa de Iniciação Científica e Mestrado (PICME), que oferece bolsa de R$ 700 por mês.
Há ainda programas voltados ao treinamento para competições internacionais, como o Programa Especial de Treinamento Internacional (PETI OBM), que oferece ajuda de custo mensal de R$ 300 e pode disponibilizar computadores para estudantes de baixa renda. Os critérios, porém, não são iguais. Em alguns casos, é necessário conquistar uma medalha nacional; em outros, o estudante passa por uma seleção própria, que pode considerar desempenho anterior em olimpíadas, situação socioeconômica e disponibilidade para acompanhar as atividades.
Agora no g1 Veja as principais oportunidades PIC/OBMEP Voltado a estudantes medalhistas da OBMEP. Para alunos de escolas públicas elegíveis, a bolsa é de R$ 300 por mês.
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