Uma pesquisa recente realizada pela cientista Kazuko Hase, da Universidade de Kyoto, revelou que o isolamento social tem um impacto maior no comportamento dos taurinos do que o parentesco. Os taurinos são larvas de anfíbios conhecidas como taurinos, que vivem em grupos para evitar predadores.

Experimento e resultados

Hase coletou taurinos do gênero Bufo formosus, o taurino comum japonês, de quatro ninhos diferentes ao redor dos Jardins Botânicos da Universidade de Tóquio. Após a eclosão, os taurinos foram criados em dois ambientes aquáticos - água de torneira e água de lago - e sob duas condições de criação: em grupo com 20 irmãos ou isolados.

Nenhum taurino demonstrou preferência por irmãos, independentemente das condições de criação. Os taurinos criados em isolamento mostraram menos tendência de se aproximar de outros indivíduos, seja irmãos ou não, e passaram mais tempo em zonas neutras, indicando que os efeitos do isolamento social persistem em diferentes ambientes aquáticos.