Um júri do estado de Missouri, nos Estados Unidos, decidiu a favor da gigante multinacional Bayer em um processo movido por três mulheres que alegavam ter desenvolvido câncer após utilizar o agrotóxico Roundup.
Processo e decisão
O júri rejeitou as alegações de que o Roundup apresentava defeitos de fabricação e deveria não ter sido comercializado. Esta é a primeira decisão do tipo desde que a Suprema Corte dos Estados Unidos proferiu uma sentença favorável à Bayer, em junho, após a Agência de Proteção Ambiental (EPA) decidir que o Roundup poderia ser comercializado sem rótulos de advertência.
Contexto e implicações
A Bayer espera encerrar os processos por meio de um acordo coletivo de 7,25 bilhões de dólares (R$ 38,9 bilhões). As autoras do processo, Theresa Aretino, Cynthia Fernández e Betty Larkin, alegam ter desenvolvido linfoma não Hodgkin, um tipo de câncer que afeta o sistema linfático, em decorrência do uso do Roundup.
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