Angola enfrenta severos desafios ambientais, apesar de ter firmado compromissos internacionais como o Protocolo de Montreal e a Adenda de Kigali para reduzir os hidroclorofluorocarbonos (HCFCs) até 2030 e os hidrofluorocarbonos (HFCs) em 80% até 2045. No entanto, fenômenos climáticos como secas prolongadas, degradação do solo e inundações causadas por chuvas intensas continuam afetando significativamente a sociedade e a economia.
Érica Tavares, uma das vozes emergentes da nova geração de ativistas ambientais angolanos, destaca a importância de melhorar a coleta e análise de dados para entender melhor a situação ambiental do país. Tavares, fundadora da ONG EcoAngola, tem se dedicado à conservação ambiental, educação e participação juvenil em debates sobre sustentabilidade.
Em entrevista ao Mongabay Brasil, Tavares explica que a falta de dados torna difícil fazer comparações entre o atual estado do meio ambiente e o de cinco anos atrás. 'É sempre difícil responder essa pergunta porque um dos nossos maiores desafios é a análise de dados e informações que não existem', afirma.
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